sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Trabalhos aprovados no I Congresso Interdisciplinar da Saúde - UnirG

É com imensa satisfação que a Liga Acadêmica de Fisiologia parabeniza os ligantes que se dedicaram e conseguiram 12 trabalhos aprovados no I Congresso Interdisciplinar da Saúde - Unirg! Parabéns pelo esforço e empenho de cada um. 
Agradecemos também aos orientadores dos trabalhos Walmirton Bezerra e Janne Marques pelo apoio e colaboração nesses trabalhos.
‪#‎LAF‬ ‪#‎ProjetoSaúdeNaEstrada‬ ‪#‎EuSouUnirg‬ ‪#‎DecolaLAF‬


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

PREMIAÇÃO NO VIII CONGRESSO TOCANTINENSE DE CARDIOLOGIA

Estudantes da UNIRG que fazem parte da  Liga Acadêmica de Fisiologia
recebem  2º e 3º lugares da premiação de trabalhos do VIII Congresso Tocantinense de Cardiologia.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

O IMC tem validade?






          O índice de massa corporal (IMC) é sem dúvida um dos indicadores antropométricos mais utilizados no mundo para classificação dos indivíduos e suas condições nutricionais. Infelizmente, muitas pessoas por desconhecimento mencionam que o IMC seja uma medida para estimar a porcentagem de gordura do corpo, cometendo um grande equívoco, pois o mesmo é uma medida de referencia internacional reconhecida pela Organização Mundial da Saúde para estimar a classificação de adultos nos seguintes graus: baixo peso, peso normal, sobrepeso e obesidade em adultos (WHO, 1995, OMS, 2000, WHO, 2014).

           Acredita-se que a popularização internacional do IMC se deu, devido sua facilidade de aplicação, seu baixo custo e praticidade nas comparações entre os avaliadores. (Perissionotto et al., 2002). Pois, através do IMC consegue-se definir de forma bem rápida se um indivíduo encontra-se em risco de obesidade ou não.

           Para conseguir determinar o seu IMC ou de alguma outra pessoa, basta dividir o peso (massa corporal em quilogramas/kg) pela sua altura ao quadrado (altura definida em metros). Resultando nesta fórmula de cálculo (IMC = massa / altura x altura), como por exemplo, uma pessoa com 60 kg e com 1.60 m de altura, apresentará um IMC de 23,44. (WHO et al., 1995). Voce também pode calcular seu IMC em nossa Calculadora.

          Em contrapartida, o IMC vem sendo muito discutido pelo fato de não levar em considerações algumas particularidades do indivíduo na hora de classificá-lo, estas particularidades são: (sexo, idade, praticando ou não de atividade física, etc..), por isso, fica simples entender que os valores encontrados no IMC, por desconsiderar tais particulares podem sem dúvida subestimar ou superestimar a composição corporal da pessoa, e ainda, gerar interpretações e classificações arbitrárias em amostras diferentes.

O IMC tem validade?

          Sem medo de errar, afirmo que o IMC além de ser uma medida valida internacionalmente, pode ser usado para estimar a composição corporal das pessoas, entretanto, cabe a cada profissional e/ou até mesmo a pessoa que for realizar o teste, saber identificar de maneira criteriosa qual perfil do avaliado. Haja vista que o IMC, é prioritariamente indicado para amostras populacionais (estudos epidemiológicos), já que sua validade e fidedignidade apresentam boas estimativas quando realizadas com indivíduo ou grupo de pessoas sedentárias.

          Neste contexto, podemos citar alguns estudos realizados em países desenvolvidos com amostras representativas em adultos de ambos os sexos, demonstraram boa correlação entre o IMC e outros indicadores antropométricos, tais como (prega cutânea; gordura abdominal, gordura visceral) e não obstante mostrou-se ainda forte correlação com a massa de gordura corporal total (Navarro et al., 2000).

Classificação do IMC

          Depois de fundamentada a real importância do IMC, e para qual público o mesmo consegue estimar com melhor eficiência a composição corporal, demonstraremos abaixo os dados e a classificações segundo a Organização Mundial da Saúde somente para pessoas adultas, vejamos: 



Considerações finais
 
         Considera-se que embora o IMC apresente algumas limitações, não podemos deixar de considerar que: a sua praticidade em medir, a facilidade de obtenção dos seus dados referentes à massa corporal e estatura das pessoas, e não obstante, a sua boa correlação já comprovada em diversos estudos populacionais sobre morbidade e mortalidade, são motivos suficientes para afirmarmos que o IMC serve como um forte indicador de estado nutricional em pessoas sedentárias e em estudos populacionais (Anjos, 1992).

Agora que você já sabe a validade calcule seu IMC.

Referências


1. Anjos, L.A. Índice de massa corporal (massa corporal. estatura-2) como indicador do estado nutricional de adultos: revisão da literatura. Revista de Saúde Pública, v. 26, n. 6, p. 431-436, 1992.

2. Perissinotto E, et al. Anthropometric measurements in the elderly: age and gender differences. Br J Nutr. 2002; 87(2):177-86.

3. Navarro AM, Marchini JS. Uso de medidas antropométricas para estimar gordura corporal em adultos. Nutrire: Rev Soc Bras Alimen Nutr. 2000; 19/20: 31-47.

4. World Health Organization et al. Physical status: The use of and interpretation of anthropometry, Report of a WHO Expert Committee. 1995.

5. World Health Organization. BMI Classification. Disponível em:< http://apps.who.int/bmi/index.jsp?introPage=intro_3.html>.
Acessado 02.Nov.2014.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

O projeto saúde na estrada toma novo fôlego. Nesta quinta feira (12/2015), O Grupo Décio Gurupi e a Diretoria da LAF (Liga Acadêmica de Fisiologia) do centro universitário Unirg renovaram a parceria. O projeto existe desde 2012, e oferece serviços de saúde, entre eles aferição de pressão arterial, dosagem de glicemia, além de orientação a partir dos dados obtidos á profissionais caminhoneiros que trafegam na BR-153 Gurupi-TO. No projeto saúde na estrada, todos os dados coletados são armazenados em um banco de dados que serve de base para publicação de artigos científicos pelos ligantes.


domingo, 8 de fevereiro de 2015


Faça seu diagnóstico: Paciente diabético com doença mal controlada!!





Caso Clínico

Apresenta-se o caso de um paciente de 73 anos, viúvo e pai de dois homens e uma mulher. Seu problema principal é o Diabetes Mellitus Tipo 2.





O homem mora na casa com um filho solteiro e uma cuidadora estrangeira, que vai a sua casa aproximadamente dez horas ao dia e que conhece a doença, já que o marido dela também a padece.
O paciente é diabético de longa evolução e sua doença não está bem controlada; por isso sofre várias complicações derivadas do Diabetes, entre elas: infarto agudo do miocárdio (no ano 2000), retinopatia diabética (diagnosticada em 2010), angiopatia diabética (diagnosticada em 2008) e pé diabético (diagnosticado em 2008). Neste caso nos concentraremos no grau de evolução do pé diabético.
O paciente se encontra em tratamento para diabetes com Insulina Levemir (58UI/dia) e Metformina (3 comprimidos/dia). Além de Simvastatina e Metoprolol para a dislipemia e Hipertensão associadas; e AAS como profilaxia de novos eventos cardiovasculares.






O paciente prefere delegar todas as atividades, no que diz respeito a seu autocuidado, na cuidadora na sua casa. Não conhece seu tratamento e não sabe aplicá-lo; ele faz uma dieta hipercalórica, e frequentemente, come nas lanchonetes da zona onde mora. O paciente perambula com a ajuda externa de uma muleta. Apresenta glicemias elevadas a todas as horas do dia (entre 240-400 aproximadamente).
Foi amputado em 2010 do primeiro dedo do pé direito, que cicatrizou por segunda intenção com base no uso de carvão ativado no Centro de Saúde. Posteriormente, deixa de ir à consulta para controle de sua doença crônica.
Novamente começa a ir a seu Centro de Saúde, por ter encontrado novas feridas nos pés (zona de ulceração no coto do primeiro dedo do pé direito que se estendia até o segundo dedo). Depois de várias curas sem resultados visíveis é decidido encaminhar o paciente para o cirurgião, com o objetivo de que ele avalie a ferida conforme seu critério. Depois disso é decidido seu ingresso, e no fim de junho de 2012 é realizada uma segunda amputação, nesta ocasião, do segundo dedo do pé direito.




Depois da alta, é iniciado tratamento curativo na zona cirúrgica, que ao pouco tempo melhora e cicatriza corretamente. Depois desta segunda intervenção, o paciente se encontra mais sensibilizado a respeito da sua doença, por isso se compromete a cumprir seu regime terapêutico e a mudar de hábitos de vida.
Seu estado de espírito é bom, e tem vontade de começar com os novos hábitos, já que nos comenta que “continua com vontade de viver”.





Seu filho, que mora com ele, encontra-se muito desanimado durante a entrevista, já que ele não sabe controlar muito bem a doença, e seu pai leva muito tempo sem fazer caso e fazendo o que ele quer, com uma alimentação péssima e frequentando bares permanentemente. Embora esteja feliz quanto aos novos hábitos que seu pai deseja adquirir; comenta-nos que só vai acreditar nisso quando esses novos hábitos se tornem realidade”.
As necessidades comprometidas, com base nas quatorze que descreve Virginia Henderson, são as seguintes:


NECESSIDADES – MANIFESTAÇÕES
Alimentar-se: Sobrepeso. Alimentação hipercalórica. Bebe e come em lanchonetes.
Movimento: Dependente parcial. Uso de muleta. Vestir/desvestir. Dependente parcial.
Higiene: Dependente parcial. Necessita de ajuda para sua higiene (cuidadora)
Segurança: Perda da continuidade da pele secundária à intervenção cirúrgica.
Comunicação: Exige e demanda muito tanto a sua cuidadora como a seu filho.



Plano de cuidados

O Diagnóstico principal neste paciente é o descumprimento do tratamento, porque apesar de que a cuidadora administra os fármacos, sabemos que no diabetes há quatro pilares básicos de tratamento (e os três restantes [exercício físico, dieta e educação diabetológica] não os cumpre)
Diagnóstico NANDA: Descumprimento do tratamento r/c hábitos insanos muito enraizados no paciente m/p desenvolvimento de complicações de sua doença (00079).


Atividades:
  • Avaliar o nível atual do paciente em relação ao exercício e conhecimento do exercício prescrito, do paciente.
  • Informar o paciente sobre o propósito e os benefícios do exercício prescrito.
  • Ensinar ao paciente a realizar o exercício prescrito.
  • Ensinar ao paciente como controlar a tolerância ao exercício.
  • Ensinar ao paciente a fazer um registro de exercícios..
  • Informar o paciente a respeito das atividades apropriadas em função do estado físico.
  • Instruir o paciente para avançar de forma segura no exercício.
  • Advertir o paciente a respeito dos perigos de superestimar suas possibilidades.
  • Advertir o paciente dos efeitos do calor e frio extremos.
  • Ensinar ao paciente os métodos de conservação de energia.
Conclusões

A ideia era apresentar uma situação que é muito comum que não só ocorre no Diabetes, no que diz respeito a que muitas pessoas começam a adotar hábitos de vida saudáveis a partir da complicação de sua doença, da necessidade de ir a Emergências, de ter tido algum ingresso.
A prevenção da doença considera-se que é o conjunto de hábitos saudáveis que todo profissional da saúde deve inculcar a seus pacientes para evitar a perda de saúde; mais ainda se falamos de cuidados primários, já que é a equipe que está mais em contato com a comunidade.
Com foco no caso descrito, o paciente apresenta Diabetes de longa evolução, doença mal controlada (240-400 mg/dl), aparição de complicações derivadas de sua doença (retinopatia, angiopatia, pé diabético,…), duas amputações, além dos numerosos ingressos hospitalares. Apesar de o paciente ter sido educado progressivamente em suas numerosas visitas para consulta, foi a partir da segunda amputação, que o paciente decidiu fazer uma mudança real para ter uma vida saudável.


Méritos desse artigo: MEDCENTER
Instituto multidisciplinar ciências farmacêuticas




sábado, 23 de novembro de 2013

A Liga de Fisiologia a todos que participaram do processo seletivo e parabeniza os novos ligantes. Sejam bem-vindos!
Vocês serão informados quando deverão comparecer à reunião da liga.

Entenda como foi realizada a classificação:
• Conforme o edital, a prova escrita correspondeu a 60% e a entrevista 40% do processo seletivo, totalizando 100%.
• Em relação aos critérios para desempate, primeiro verificou-se a idade (o mais velho teve preferência), no caso de empate novamente, o critério foi o período do curso (mais avançado teve preferência).
A Liga de Fisiologia a todos que participaram do processo seletivo e parabeniza os novos ligantes. Sejam bem-vindos!
Vocês serão informados quando deverão comparecer à reunião da liga.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013


GABARITO IV PROCESSO SELETIVO LAF - CORRIGIDO!!!



domingo, 10 de novembro de 2013

Edital - Processo Seletivo LAF 2014

terça-feira, 14 de maio de 2013

Fisiopatologia da Doença Cardiovascular no Diabetes
Apresentação realizada dia 14 de maio pelas ligantes
Valéria Brandão e Loianny Moraes.

Risco de AVE Isquêmico e Transitório relacionados a Síndrome Metabólica
Apresentação realizada dia 07 de maio pelos ligantes Bruno Menegatti e Luís Floresta.

 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Projeto Saúde na Estrada continua em 2013




Nesta manhã foi renovado a parceria com o Grupo Decio. Serão 8 dias de ação durante este primeiro semestre de 2013.

Datas:

03/03, 17/03, 24/03, 07/04, 21/04, 05/05, 19/05 e 26/05/2013.




quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

PROJETO SAÚDE NA ESTRADA NO "JORNAL DO REVENDEDOR PETROBRÁS"

ANO XII - OUTUBRO 2012 - Nº 146 - Pág. 09.






As doenças primárias ou pré-existentes como hipertensão arterial, diabetes, obesidade e muitas outras estão presentes no universo dos caminhoneiros. O acesso ao controle ambulatorial torna-se difícil em função de estar sempre em trânsito, e não ter com isso, disponibilidade para um agendamento ou dificuldade em um acompanhamento efetivo.

Foi pensando nisso que o Projeto Saúde na Estrada, realizado em Gurupi-TO no Auto Posto Decio Gurupi e com o apoio deste, é quinzenalmente realizado por um grupo de estudantes do Centro Universitário Unirg, do curso de Medicina que participam da Liga Acadêmica de Fisiologia. Com a iniciativa do aluno e ligante José Tarcísio Ferreira de Lima, esse projeto tem a finalidade de abordar caminhoneiros que frequentam o posto Decio passando pela BR-153 Km 667, a fim de colher dados necessários e de interesse para o projeto de extensão a partir de um questionário, além de oferecer informações tais como pressão arterial, glicemia, Índice de Massa Corpórea - IMC (relação peso/altura²) e circunferência abdominal. Ao final de tudo, o amigo caminhoneiro passa por orientações para um melhor estilo de vida, mais saudável e mais consciente.

O projeto foi muito bem recebido pelos caminhoneiros que passam pelo posto Decio, e devido ao numero de atendimentos realizados, hoje há a participação de 20 ligantes e 2 professores orientadores (Adolpho Dias Chiacchio e Janne Marques Silveira), unidos para que acorra principalmente, benefícios na saúde do caminhoneiro.

“Siga bem, mas siga com Saúde na Estrada amigo caminhoneiro.”


LEIA TODA A MATÉRIA EM:

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Conselho Superior das Ligas - Consul: Meia maratona Gurupi

Conselho Superior das Ligas - Consul: Meia maratona Gurupi: A Reitoria do Centro Universitário UnirG  encaminhou um convite, a todos alunos , independente de ligantes ou não, feito pelo SESC, que ...